Mais de cinco mil angolanos deveriam ser repatriados a partir das 18 horas de hoje (segunda-feira), da cidade de Boma, República Democrática do Congo (RDC) e outras regiões do Baixo Congo, terminado o prazo de 72 horas que o Parlamento da RDC aprovou para a retirada incondicional de todos os cidadãos angolanos residentes em território congolês.
Esta medida está expressa na circular número 1.554/VBBC, das autoridades da Vila de Boma, na província do Baixo Congo, citando uma deliberação do Parlamento da RDC, distribuída hoje à comunidade angolana em Boma.
O documento não especifica se a ordem das autoridades da RDC abrange angolanos residentes em todas as províncias congolesas.
As autoridades angolanas no município do Soyo, província do Zaire, tiveram acesso ao documento depois dum encontro de emergência que o administrador local, Manuel António, manteve na comuna angolana da Pedra de Feitiço, com o representante da comunidade angolana na cidade congolesa de Boma.
O porta-voz da comunidade angolana na cidade de Boma, Paulo Sebastião Kipasi, disse que os angolanos estão a enfrentar situações irregulares como ameaças de morte, roubos e pilhagem cometidos por cidadãos da RDC.
Fontes bem colocadas na região congolesa de Muanda, informaram à Angop que cidadãos angolanos que se encontram naquela localidade, até em tratamento médico, foram mesmo convidados a abandonar o território congolês sem mais detalhes.
Que na verdade, independente mente dos motivos do Governo da RDC, este sim poderá dificultar o relacionamento Diplomatico dos dois Países, que agora somente os responsáveis dos Ministerios dos Exteriores dos dois para que estas possa assim estabelecer o equilibrio, porque os Cidadãos Congolenses em algumas Provincias tem sido repatriados sem o cumprimento dos presupostos previstos no direito internacional.
Na qual não se dúvida que seja um metodo de reciprocidade que o Governo local encontrou para assim manifestar a sua indignidade com a actitude do Governo de Angola, mais é claro que os estudantes sairão mais prejudicado em que no caso entorromper a sua formação, mais é claro que os dois Governo terão que sentar e trasar ideias e metas para olhar aos dois povos e relacionamento dos mesmos que já ha um bom tempo que vem sempre conflituando-se uns aos outros .
Fonte Rádio Ecclesia. Emissora Católica de Angola
site:www.radioecclesia.org
Postado por Simão Pascoal Hossi
Sou de Angola, e nasci na Provincia do Huambo,aldeia de Savambi,Embala Quelinha,Missão Católica do Mungo, Monte-Alegre,Comuna do Cambwengo . Certificate, Conflict Resolution and mediation, ACCORD of South Africa 2007 Languages: Portugues, English, Umbundu
terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
General Fernando Garcia Miala, já tem autorização para ser tranferido ao exterior do País
General Miala já tem autorização para ser transferido para o exterior do país, neste momento aguarda-se apenas pelo seu relatório médico.
De acordo com João Tena, um dos familiares do Ex chefe da segurança secreta de Angola, está a recuperar o seu estado de saúde e ainda esta segunda-feira, os seus familiares vão tomar conhecimento de parte do seu relatório médico.
Por outro lado o responsável garante que já foi autorizada a sua transferência exterior do país, afim de receber tratamento médico, pelo que espera-se apenas o relatório final do seu estado de saúde que deverá ser apresentado ainda esta semana, pelos médicos que o acompanham.
Quanto ao destino de Miala para devida assistência médica João Tena diz não ter certeza do país em o general deverá ser transferido, mas aponta África do Sul como uma das possibilidades, o que deverá acontecer depois da apresentação do relatório médico.
O general ficou cerca de três semanas em estado de saúde grave devido a o fármaco Armatec que lhe terá sido administrado na cadeia de Viana.
Fonte: Rádio Ecclesia, Emissora Católica de Angola
site: http://www.radioecclesia.org/
De acordo com João Tena, um dos familiares do Ex chefe da segurança secreta de Angola, está a recuperar o seu estado de saúde e ainda esta segunda-feira, os seus familiares vão tomar conhecimento de parte do seu relatório médico.
Por outro lado o responsável garante que já foi autorizada a sua transferência exterior do país, afim de receber tratamento médico, pelo que espera-se apenas o relatório final do seu estado de saúde que deverá ser apresentado ainda esta semana, pelos médicos que o acompanham.
Quanto ao destino de Miala para devida assistência médica João Tena diz não ter certeza do país em o general deverá ser transferido, mas aponta África do Sul como uma das possibilidades, o que deverá acontecer depois da apresentação do relatório médico.
O general ficou cerca de três semanas em estado de saúde grave devido a o fármaco Armatec que lhe terá sido administrado na cadeia de Viana.
Fonte: Rádio Ecclesia, Emissora Católica de Angola
site: http://www.radioecclesia.org/
Morreu o escritor e Poeta Jorge Macedo, Enquanto que a Ordem dos Médicos de Angola vai envestigar o caso da morte subita do Poeta
Jorge Macedo escritor, jornalista, etnomusicologo e homem de paz morreu no passado 26 de Setembro.
O etnomusicólogo e escritor Jorge Macedo faleceu no sábado vinte e seis de Setembro de 2009, em Luanda, segundo uma nota do Ministério da Cultura tornada pública.
Na nota, o Ministério da Cultura endereça nesta hora de dor e consternação, as mais sentidas condolências a família enlutada.
Jorge Macedo, quadro do Ministério da Cultura, nasceu em Malanje, aos 6 de Outubro de 1941, e frequentou os seminários Menor e Maior de Luanda. Licenciou-se em Etnomusicologia pela Universidade Nacional do ex-Zaíre (actual RDCongo).
Trazemos a voz de tambarino do poeta numa conversa mantida a 25 de setembro de 2004.
Membro da União dos Escritores Angolanos, o escritor já foi distinguido com o Prémio Nacional de Cultura e Artes, em 2005. Dentre os vários livros que publicou destacam-se "Itetembu", "As Mulheres", "Pai Ramos", "Irmã Humanidade", "Clima do Povo", "Gente de Meu Bairro", "Voz de Tambarino", "Geografia da Coragem" e "A dimensão africana da cultura angolana".
Jorge Macedo foi igualmente mentor e coordenador do Núcleo de Estudos Literários que tem como fim dotar a nova geração das técnicas de escrita.
A nova geração de escritores participava deste núcleo, orientado por ele, em todas as quarta-feiras, no Centro Cultural Kilamba. Já seguir acompanhe extractos de uma conversa mantida com Jorge Macedo no dia 25 de Setembro de 2004 na sua residência no Bairro da Terra Nova.
Morreu o poeta Jorge Macedo mas as suas obras ficam para as gerações futuras. Que a sua alma descanse em paz!
A Ordem dos Médicos de Angola vai ouvir, nesta segunda-feira, os familiares de Jorge Macedo e o médico da clínica do Alvalade para se apurar as reais causas que provocaram a morte súbita do escritor e jornalista.
Depois de ouvir os familiares de Jorge Macedo e o médico da clínica do Alvalade, a Ordem dos Médicos vai concluir, dentro de 20 dias, o inquérito que está a ser realizado.
Fernando Macedo, filho de Jorge Macedo, espera que a Ordem dos Médicos seja célere e responsável no tratamento do caso.
A polícia nacional continua também a investigar o caso. Fernando Macedo acredita que o processo será encaminhado, em breve, ao tribunal.
A Ordem dos Médicos vai ouvir, nesta segunda-feira, o médico da Clínica do Alvalade e os familiares de Jorge Macedo, com objectivo de se apurar as causas que provocaram a morte do jornalista e escritor.
Fonte : Rádio Ecclesia, emissora Católica de Angola
site:www.radioecclesia.org
Publicado por : Simão Pascoal Hossi
O etnomusicólogo e escritor Jorge Macedo faleceu no sábado vinte e seis de Setembro de 2009, em Luanda, segundo uma nota do Ministério da Cultura tornada pública.
Na nota, o Ministério da Cultura endereça nesta hora de dor e consternação, as mais sentidas condolências a família enlutada.
Jorge Macedo, quadro do Ministério da Cultura, nasceu em Malanje, aos 6 de Outubro de 1941, e frequentou os seminários Menor e Maior de Luanda. Licenciou-se em Etnomusicologia pela Universidade Nacional do ex-Zaíre (actual RDCongo).
Trazemos a voz de tambarino do poeta numa conversa mantida a 25 de setembro de 2004.
Membro da União dos Escritores Angolanos, o escritor já foi distinguido com o Prémio Nacional de Cultura e Artes, em 2005. Dentre os vários livros que publicou destacam-se "Itetembu", "As Mulheres", "Pai Ramos", "Irmã Humanidade", "Clima do Povo", "Gente de Meu Bairro", "Voz de Tambarino", "Geografia da Coragem" e "A dimensão africana da cultura angolana".
Jorge Macedo foi igualmente mentor e coordenador do Núcleo de Estudos Literários que tem como fim dotar a nova geração das técnicas de escrita.
A nova geração de escritores participava deste núcleo, orientado por ele, em todas as quarta-feiras, no Centro Cultural Kilamba. Já seguir acompanhe extractos de uma conversa mantida com Jorge Macedo no dia 25 de Setembro de 2004 na sua residência no Bairro da Terra Nova.
Morreu o poeta Jorge Macedo mas as suas obras ficam para as gerações futuras. Que a sua alma descanse em paz!
A Ordem dos Médicos de Angola vai ouvir, nesta segunda-feira, os familiares de Jorge Macedo e o médico da clínica do Alvalade para se apurar as reais causas que provocaram a morte súbita do escritor e jornalista.
Depois de ouvir os familiares de Jorge Macedo e o médico da clínica do Alvalade, a Ordem dos Médicos vai concluir, dentro de 20 dias, o inquérito que está a ser realizado.
Fernando Macedo, filho de Jorge Macedo, espera que a Ordem dos Médicos seja célere e responsável no tratamento do caso.
A polícia nacional continua também a investigar o caso. Fernando Macedo acredita que o processo será encaminhado, em breve, ao tribunal.
A Ordem dos Médicos vai ouvir, nesta segunda-feira, o médico da Clínica do Alvalade e os familiares de Jorge Macedo, com objectivo de se apurar as causas que provocaram a morte do jornalista e escritor.
Fonte : Rádio Ecclesia, emissora Católica de Angola
site:www.radioecclesia.org
Publicado por : Simão Pascoal Hossi
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Declaração Sobre o Processo Constituinte de Angola - UNITA
UNITA QUER DIALOGAR COM MPLA
Luanda - A UNITA vem tornar público que o MPLA acaba de cometer mais uma ilegalidade para defraudar os angolanos. A ilegalidade diz respeito à eleição do Presidente da República e a fraude tem a ver com o processo constituinte.
Declaração sobre o processo constituinte
Esta madrugada, pouco depois da meia-noite, os membros da Comissão Técnica da Comissão Constitucional receberam, para análise, um documento de 78 páginas, para ser discutido hoje de manhã pelas 10H00. O Partido/Estado não deu entrada deste documento nos prazos estabelecidos pela Lei, porque este prazo já expirou. Este documento, que não deu entrada pelas vias oficiais, vai ser considerado em contravenção à lei e à metodologia de trabalho aprovadas pela própria Comissão Constitucional que também não se reúne há mais de um mês. Este é um mau começo.
Como protesto, a UNITA não se fez presente na reunião convocada fora dos prazos estabelecidos para analisar às 10H00 da manhã, um documento não oficial, de 78 páginas, enviado de madrugada. Angola não pode ter uma Comissão de constitucionalistas, encarregados de escrever a lei Mãe, que não respeita a Lei e não age com transparência.
Analisado este documento, conclui-se que, contrariamente ao que afirma, o que o MPLA realmente quer, é acabar com as eleições presidenciais em Angola. O MPLA quer que o Presidente da transição continue em funções, sem ser eleito pelo povo, em violação às disposições da Lei Constitucional
O MPLA agora quer um regime parlamentar especial, atípico. Um regime em que o Presidente da República é o Chefe de Estado, é o Chefe de Governo, nomeia todos os Juízes, dirige o Conselho de Ministros, dirige a Polícia, a Segurança, controla todo o Orçamento, mas não é responsável pelos seus actos. Um regime em que o Presidente da República quer exercer todo o poder de soberania que pertence ao povo, mas não quer ser eleito directamente pelo povo, nem quer prestar contas ao povo. Um regime em que o Presidente da República seja um órgão unipessoal e uninominal, mas eleito numa lista plurinominal, que serve para eleger os Deputados.
O MPLA quer mesmo que o Presidente dos angolanos seja um Deputado, eleito como deputado, na lista dos deputados. E quer também que o Vice-Presidente, que substitui o Presidente, também seja um Deputado, eleito como Deputado, e depois nomeado pelo Deputado-Presidente para ser Deputado-Vice-Presidente da República. E o MPLA diz ao povo que a sua proposta é semelhante à proposta da UNITA.
A UNITA considera que as forças políticas são livres para apresentar as propostas que quiserem, mas não podem afirmar que tais propostas são idênticas às propostas da UNITA, porque não são. Existem pelo menos 53 diferenças entre a proposta do MPLA e a proposta da UNITA.
A UNITA propõe a eleição directa, pelo povo, do Presidente da República, um órgão unipessoal, em listas uninominais. O MPLA propõe a eleição indirecta de um órgão unipessoal em listas plurinominais. A UNITA propõe a eleição dos deputados às Assembleias das autarquias em listas plurinominais. O MPLA não propõe Deputados para as autarquias. A UNITA propõe que o poder executivo das autarquias seja um órgão colegial e pluripartidário, eleito em listas distintas dos Deputados, para o exercício de funções distintas. O MPLA não quer eleger os autarcas, quer nomeá-los.
As eleições, marcadas para o ano de 2009, não foram e não serão convocadas. A Lei Constitucional não é respeitada. Os compromissos assumidos também não são respeitados. A palavra dada nunca é cumprida. Primeiro, condicionou-se a realização da eleição ao processo constituinte, depois avançou-se com as indirectas e agora, os dirigentes do MPLA estão a andar pelo País a forçar os angolanos a aceitar chamar de eleições directas às indirectas. O MPLA já não quer que o Povo eleja o Presidente da República de Angola. Quer subverter a Lei Constitucional para manter no Poder de modo ilegítimo o cidadão JES.
A UNITA reafirma que a não realização da eleição presidencial nos termos da legislação vigente abala a legitimidade política do Presidente da República. Reafirma, de igual modo, que o Partido político MPLA, não tem legitimidade para agredir a Lei nem para sustentar qualquer subversão à democracia, nem tão pouco para exercer sozinho o poder constituinte.
A Constituição de um país não deve estar sujeita a violações legitimadas por interesses particulares de maiorias sazonais. Se logo à partida, não se respeitam as regras já estabelecidas para a feitura da Constituição, então, não se poderá invocar a Constituição para garantir a legalidade dos actos do Estado e da conduta das pessoas. Se os angolanos permitirem que a tese da violação da Lei mãe, aludida pelo Presidente da República, triunfe, Angola estará a lançar novamente as sementes para um Estado falhado, de legitimidade precária, motivador de conflitos.
A UNITA entende que a discussão sobre a Constituição da República deve servir para unir os angolanos, e não para dividir. Deve servir para progredir, não para regredir. A Constituição deve ser um instrumento de inclusão e de reconciliação, que proteja a todos e sirva a todos, e não uma tábua de jogos sem regras e sem ética. Nesta conformidade, a UNITA declara que não vai pactuar com fraudes constitucionais nem vai aprovar nada que atente contra a soberania do Povo Angolano.
A UNITA considera que existem mecanismos adequados para assegurar a dignidade do órgão Presidente da República e perpetuar as garantias necessárias ao Presidente da transição, pelo que convida o MPLA a dialogar sobre o assunto com sentido de Estado e com a dignidade que o assunto encerra.
Luanda, 30 de Setembro de 2009.- 02 de Outubro de 2009
Fonte : Gabinete do Presidente da Unita
Luanda Angola
Luanda - A UNITA vem tornar público que o MPLA acaba de cometer mais uma ilegalidade para defraudar os angolanos. A ilegalidade diz respeito à eleição do Presidente da República e a fraude tem a ver com o processo constituinte.
Declaração sobre o processo constituinte
Esta madrugada, pouco depois da meia-noite, os membros da Comissão Técnica da Comissão Constitucional receberam, para análise, um documento de 78 páginas, para ser discutido hoje de manhã pelas 10H00. O Partido/Estado não deu entrada deste documento nos prazos estabelecidos pela Lei, porque este prazo já expirou. Este documento, que não deu entrada pelas vias oficiais, vai ser considerado em contravenção à lei e à metodologia de trabalho aprovadas pela própria Comissão Constitucional que também não se reúne há mais de um mês. Este é um mau começo.
Como protesto, a UNITA não se fez presente na reunião convocada fora dos prazos estabelecidos para analisar às 10H00 da manhã, um documento não oficial, de 78 páginas, enviado de madrugada. Angola não pode ter uma Comissão de constitucionalistas, encarregados de escrever a lei Mãe, que não respeita a Lei e não age com transparência.
Analisado este documento, conclui-se que, contrariamente ao que afirma, o que o MPLA realmente quer, é acabar com as eleições presidenciais em Angola. O MPLA quer que o Presidente da transição continue em funções, sem ser eleito pelo povo, em violação às disposições da Lei Constitucional
O MPLA agora quer um regime parlamentar especial, atípico. Um regime em que o Presidente da República é o Chefe de Estado, é o Chefe de Governo, nomeia todos os Juízes, dirige o Conselho de Ministros, dirige a Polícia, a Segurança, controla todo o Orçamento, mas não é responsável pelos seus actos. Um regime em que o Presidente da República quer exercer todo o poder de soberania que pertence ao povo, mas não quer ser eleito directamente pelo povo, nem quer prestar contas ao povo. Um regime em que o Presidente da República seja um órgão unipessoal e uninominal, mas eleito numa lista plurinominal, que serve para eleger os Deputados.
O MPLA quer mesmo que o Presidente dos angolanos seja um Deputado, eleito como deputado, na lista dos deputados. E quer também que o Vice-Presidente, que substitui o Presidente, também seja um Deputado, eleito como Deputado, e depois nomeado pelo Deputado-Presidente para ser Deputado-Vice-Presidente da República. E o MPLA diz ao povo que a sua proposta é semelhante à proposta da UNITA.
A UNITA considera que as forças políticas são livres para apresentar as propostas que quiserem, mas não podem afirmar que tais propostas são idênticas às propostas da UNITA, porque não são. Existem pelo menos 53 diferenças entre a proposta do MPLA e a proposta da UNITA.
A UNITA propõe a eleição directa, pelo povo, do Presidente da República, um órgão unipessoal, em listas uninominais. O MPLA propõe a eleição indirecta de um órgão unipessoal em listas plurinominais. A UNITA propõe a eleição dos deputados às Assembleias das autarquias em listas plurinominais. O MPLA não propõe Deputados para as autarquias. A UNITA propõe que o poder executivo das autarquias seja um órgão colegial e pluripartidário, eleito em listas distintas dos Deputados, para o exercício de funções distintas. O MPLA não quer eleger os autarcas, quer nomeá-los.
As eleições, marcadas para o ano de 2009, não foram e não serão convocadas. A Lei Constitucional não é respeitada. Os compromissos assumidos também não são respeitados. A palavra dada nunca é cumprida. Primeiro, condicionou-se a realização da eleição ao processo constituinte, depois avançou-se com as indirectas e agora, os dirigentes do MPLA estão a andar pelo País a forçar os angolanos a aceitar chamar de eleições directas às indirectas. O MPLA já não quer que o Povo eleja o Presidente da República de Angola. Quer subverter a Lei Constitucional para manter no Poder de modo ilegítimo o cidadão JES.
A UNITA reafirma que a não realização da eleição presidencial nos termos da legislação vigente abala a legitimidade política do Presidente da República. Reafirma, de igual modo, que o Partido político MPLA, não tem legitimidade para agredir a Lei nem para sustentar qualquer subversão à democracia, nem tão pouco para exercer sozinho o poder constituinte.
A Constituição de um país não deve estar sujeita a violações legitimadas por interesses particulares de maiorias sazonais. Se logo à partida, não se respeitam as regras já estabelecidas para a feitura da Constituição, então, não se poderá invocar a Constituição para garantir a legalidade dos actos do Estado e da conduta das pessoas. Se os angolanos permitirem que a tese da violação da Lei mãe, aludida pelo Presidente da República, triunfe, Angola estará a lançar novamente as sementes para um Estado falhado, de legitimidade precária, motivador de conflitos.
A UNITA entende que a discussão sobre a Constituição da República deve servir para unir os angolanos, e não para dividir. Deve servir para progredir, não para regredir. A Constituição deve ser um instrumento de inclusão e de reconciliação, que proteja a todos e sirva a todos, e não uma tábua de jogos sem regras e sem ética. Nesta conformidade, a UNITA declara que não vai pactuar com fraudes constitucionais nem vai aprovar nada que atente contra a soberania do Povo Angolano.
A UNITA considera que existem mecanismos adequados para assegurar a dignidade do órgão Presidente da República e perpetuar as garantias necessárias ao Presidente da transição, pelo que convida o MPLA a dialogar sobre o assunto com sentido de Estado e com a dignidade que o assunto encerra.
Luanda, 30 de Setembro de 2009.- 02 de Outubro de 2009
Fonte : Gabinete do Presidente da Unita
Luanda Angola
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Foi o Chefe do SIE-Serviços de Intelegencia Externa de Angola -Fernando Garcia Miala
AQUI ESTÁ A VERDADE, LEIAM BEM POR FAVOR
Meus irmãos, não vamos fugir do tema pq há quem quer desviar a nossa atenção. Vamos todos ler o que disse o académico e activista cívico, Justino Pinto de Andrade: "Miala foi acusado de ter preparado um golpe de Estado e era isto que nós queríamos que fosse esclarecido aqui, mas infelizmente a acusação não foi nesse sentido" Quem não conseguiu de ler, que volta à ler de novo e dalí vou explicar como e porque Miala levou apenas 4 anos de prisão (Isto segundo os lamba-botas do JES).
O nosso Miala, guenuino, teve de um lado a sorte de apanhar somente os tais 4 anos mais não fugiu à aquilo que ele próprio disse: " Verríssimo disse-me que o PR havia lhe informado para eu ficar calado e quieto porque já não estamos naquele tempo de ..."
A problema do Miala não tem nada à ver com golpe de estado nem insubordinação ou que mais que podemos pensar.
A realidade é esta: Como Director dos SIE, Miala solicitou ao PR a compra de aperelhos sofisticados que interferem nas conversas telefónicas para actualizar os seus serviços. O PR deu o seu aval. Chegaram os aparelhos e como não podia deixar de ser, solicitou ao vendendor, que se fizesse uma experiência para aprovar e confirmar a compra.
Dado o valor da compra, o vendedor aceitou e infelizmente, para Miala, neste dia, o teste foi a linha telefónica do seu rival, de sempre, KOPELIPA. mas quem deu o número de Kopelipa, ninguém sabe. Estavam cinco chefes no tal gabinete de oprações, os 4 actuais réus e o Verríssimo. O aparelho interceptou e gravou a conversa entre Kopelipa e "TONINHO VAN DUNEM".Tinha saido de Lisboa para EUA e disse ao Kopelipa que voltaria à chamar no dia seguinte às 16H00 para afinarem as conversas.
Até lá, tudo bem. Comprovaram o aparelho e Miala convoca uma reunião com os seus 4 colaboradores, no dia seguinte às 18H00, no fim do dia de trabalhos. Às 16H00, do mesmo dia, Miala acompanha, sozinho, a tal conversa entre Kopelipa e Toninho e ouviu coisas que não esperava; Oiçam bem: O PR está metido nos desvio dos bilhões de USD do contrato com a China. A família nobre está preparada em investir na construção de empresas em Luanda, especialmente na nova estrada entre Golfe e Cacuaco. Kopelipa assegurou o Toninho: "Não te preocupes que já ocupamos todos os terrenos da zona. Está tudo marcado para ninguém construir".
No dia da reunião, estiveram todos, excepto o Verríssimo. Esperaram 10 minutos e tomou a palavra o Miala que ao dirigir-se aos seus colaboradores disse:" O que ouviram ontem constitui um segredo do estado; ninguém pode levar esta conversa fora daqui como estipula os regulamentos da segurança do estado. Hoje, ouvi coisas que nenhum de vocês ouviu e temos de aconselhar o Pr para mudar o seu comportamento; Temos de tomar medidas activas para o seu bem".
Na mesma ocasião, entra o Verríssimo que só ouviu a última parte: "Hoje, ouvi coisas que nenhum de vocês ouviu e temos de aconselhar o Pr para mudar o seu comportamento; Temos de tomar medidas activas para o seu bem." Isto bastou para qeimar os outros. Logo que acabou a reunião, precipitou-se e foi informar aos adversários de Miala que são: Kopelipa e Zé Maria e estes, na mesma hora ligam para o Pr quejá tinha acabado o seu trabalho para voltar pois havia um problema de vida ou de morte contra ele.
Ao voltar na cidade alta, ouviu o Vérrissimo e tomou as medidas que devia tomar. Foi dalí que tudo começou a história e a verdade está aqui. Miala passou à ser uma pedra no sapato da família nobre pois até là, ele (Miala) também no sabia da realidade do destino dos bilhões desaparecidas. Mas desde aquele dia, já soube o porque do silêncio do Pr sobre o assunto e como não é da família bobre.
JES instaura uma sindicância contra Miala e dirigida por quem? Zé Maria e Kopelipa; Nomeia os substitutos do Miala no SIE; sabem quem são? Zé Maria e Kopelipa. Lhes deu a autoridade de fazer tudo para calar a boca do Miala. As invenções começaram na tentaiva de golpe de estado; NÃO PEGOU; Passaram na tentativa de envenenamento do PR; NÃO PEGOU. Forma pensando e acabaram na tal de insubordinação e agararam-se alí mesmo.
É por isto que o Juiz do STM foi aconselhado à não tocar no problema do golpe de estado senão Miala iria desbobinar tudo. Cada vez que Miala tocava neste assunto, Patónio ficava perplexo e para não assumir as consequências, mandou Miala para fora.
Tudo foi cozinhado e é por isto que não queriam a confrotação entre Miala e os seus rivais (adversários) palacianos. Estou escrevendo isto à partir da Europa pq em Angola, não podia por conhecer o sistema. Tenho muito à relatar por possuir a autorização dos condenados.
Meu irmão / minha irmã; és dos primeiros à conhecer esta verdade e como querem nos calar a boca para não divulgar a verdade, cabe-te à ti retransmitir estas verdades aos outros angolanos genuinos para começarmos à saber quem são os que nos governam e quais são as intenções deles. Tratam-se de 3 bilhões de dólares que o próprio Presidente da República não quer mandar investigar o desaparecimento duma dívida que o país (Angola) contraíu em que meia dúzia de pessoas querem beneficiar.
É com estes valores que a família do JES comprou bancos em Portugal e estão à inundar Angola, especialmente Luanda com Bancos privados; o nosso dinheiro, o dinheiro do povo. A Isabel, a Tchizé e outros, onde é que trabalharam na vida deles para comprar um banco que o governo português declarou em falência? Acordremos, irmãos pois o país está à ser vendido ou seja estamos à vender o nosso próprio país com o nosso silêncio. Olhem bem ou analizem bem isto: Em Angola de hoje, Angola monarca de JES, a economia está com a família (Bancos, Sonangol e TAAG); a segurança do país entregue aos primos; o parlamento, também à um primo analfabeto; para ludibriar os angolanos, nomeia um primeiro ministro fantoche que nem poder tem, nem plano para dirigir o país e como não bastasse,os verdadeiros angolanos estão à ser exonerados, nomeiados para embaixadores afim de afastarem-se do sistema, e eliminados tranquilamente sob aplauses do próprio angolano porque sabem que a maioria é analfabeta e assim poderão bem controlar.
Agora, vem aí o pior, conforme disse o General Miala, "a intenção deles é re-colonizar Angola mas a minha posição não lhes oferecia tranquilidade para isto", querem obrigar os nossos burros deputados à votarem a lei constitucional à maneira deles onde eles têm tudo à ganhar e o Angolano, tudo à perder.
Nesta lei constitucional, caso fôr aceite, vamos entregar o país à bicharada. Será o nosso fim. Ele quer e pretende jogar melhor que Mobutu, deixar a família e as coisas bem seguras. ESTA HISTÓRIA DE ELEICÕES PRESIDENCIAIS INDIRECTAS, isto é o voto no parlamento pois será tão fácil corromper os burros dos nossos deputados e assim o país passará nas mãos da família nobre.
Irmão, por favor, balumuka e mande esta messagem para mais angolanos afim de estarmos todos em sintonia. Se guardares esta messagem contigo é porque estás à favor da família nobre. Há 30 anos que está no poder, nunca fez nada para com o povo e não é agora que vai fazer algo. Não me digam é porque o país estava em guerra.
Esta desculpa da guerra deve acabar. Luanda não conheceu a guerra nem por uma semana. Aquilo foi apenas distúrbios de 3 dias mas que o próprio Mpla provocou pois sentia-se incómodo ao lado da Unita, armada. Mas já estamos em paz há 7 anos e JES roubou mais em 7 anos do que em 23 anos. Já deram conta disto? Por isto, balumukeno !!! General Miala foi mau para uns e bom para outros. Não se pode agradar à todos, duma vez. Mesmo se morrer, pelo menos deixou-nos esclarecido sobre o tipo de governantes que temos e vamos, todos, reflectir.
Passem esta messagem à inúmeros angolans até chegar no próprio JES para ter a consciência tranquila do que o povo Angolano já sabe das verdades sobre o caso Miala. Não se tratava de tudo quanto queriam nos fazer crer............
Meus irmãos, não vamos fugir do tema pq há quem quer desviar a nossa atenção. Vamos todos ler o que disse o académico e activista cívico, Justino Pinto de Andrade: "Miala foi acusado de ter preparado um golpe de Estado e era isto que nós queríamos que fosse esclarecido aqui, mas infelizmente a acusação não foi nesse sentido" Quem não conseguiu de ler, que volta à ler de novo e dalí vou explicar como e porque Miala levou apenas 4 anos de prisão (Isto segundo os lamba-botas do JES).
O nosso Miala, guenuino, teve de um lado a sorte de apanhar somente os tais 4 anos mais não fugiu à aquilo que ele próprio disse: " Verríssimo disse-me que o PR havia lhe informado para eu ficar calado e quieto porque já não estamos naquele tempo de ..."
A problema do Miala não tem nada à ver com golpe de estado nem insubordinação ou que mais que podemos pensar.
A realidade é esta: Como Director dos SIE, Miala solicitou ao PR a compra de aperelhos sofisticados que interferem nas conversas telefónicas para actualizar os seus serviços. O PR deu o seu aval. Chegaram os aparelhos e como não podia deixar de ser, solicitou ao vendendor, que se fizesse uma experiência para aprovar e confirmar a compra.
Dado o valor da compra, o vendedor aceitou e infelizmente, para Miala, neste dia, o teste foi a linha telefónica do seu rival, de sempre, KOPELIPA. mas quem deu o número de Kopelipa, ninguém sabe. Estavam cinco chefes no tal gabinete de oprações, os 4 actuais réus e o Verríssimo. O aparelho interceptou e gravou a conversa entre Kopelipa e "TONINHO VAN DUNEM".Tinha saido de Lisboa para EUA e disse ao Kopelipa que voltaria à chamar no dia seguinte às 16H00 para afinarem as conversas.
Até lá, tudo bem. Comprovaram o aparelho e Miala convoca uma reunião com os seus 4 colaboradores, no dia seguinte às 18H00, no fim do dia de trabalhos. Às 16H00, do mesmo dia, Miala acompanha, sozinho, a tal conversa entre Kopelipa e Toninho e ouviu coisas que não esperava; Oiçam bem: O PR está metido nos desvio dos bilhões de USD do contrato com a China. A família nobre está preparada em investir na construção de empresas em Luanda, especialmente na nova estrada entre Golfe e Cacuaco. Kopelipa assegurou o Toninho: "Não te preocupes que já ocupamos todos os terrenos da zona. Está tudo marcado para ninguém construir".
No dia da reunião, estiveram todos, excepto o Verríssimo. Esperaram 10 minutos e tomou a palavra o Miala que ao dirigir-se aos seus colaboradores disse:" O que ouviram ontem constitui um segredo do estado; ninguém pode levar esta conversa fora daqui como estipula os regulamentos da segurança do estado. Hoje, ouvi coisas que nenhum de vocês ouviu e temos de aconselhar o Pr para mudar o seu comportamento; Temos de tomar medidas activas para o seu bem".
Na mesma ocasião, entra o Verríssimo que só ouviu a última parte: "Hoje, ouvi coisas que nenhum de vocês ouviu e temos de aconselhar o Pr para mudar o seu comportamento; Temos de tomar medidas activas para o seu bem." Isto bastou para qeimar os outros. Logo que acabou a reunião, precipitou-se e foi informar aos adversários de Miala que são: Kopelipa e Zé Maria e estes, na mesma hora ligam para o Pr quejá tinha acabado o seu trabalho para voltar pois havia um problema de vida ou de morte contra ele.
Ao voltar na cidade alta, ouviu o Vérrissimo e tomou as medidas que devia tomar. Foi dalí que tudo começou a história e a verdade está aqui. Miala passou à ser uma pedra no sapato da família nobre pois até là, ele (Miala) também no sabia da realidade do destino dos bilhões desaparecidas. Mas desde aquele dia, já soube o porque do silêncio do Pr sobre o assunto e como não é da família bobre.
JES instaura uma sindicância contra Miala e dirigida por quem? Zé Maria e Kopelipa; Nomeia os substitutos do Miala no SIE; sabem quem são? Zé Maria e Kopelipa. Lhes deu a autoridade de fazer tudo para calar a boca do Miala. As invenções começaram na tentaiva de golpe de estado; NÃO PEGOU; Passaram na tentativa de envenenamento do PR; NÃO PEGOU. Forma pensando e acabaram na tal de insubordinação e agararam-se alí mesmo.
É por isto que o Juiz do STM foi aconselhado à não tocar no problema do golpe de estado senão Miala iria desbobinar tudo. Cada vez que Miala tocava neste assunto, Patónio ficava perplexo e para não assumir as consequências, mandou Miala para fora.
Tudo foi cozinhado e é por isto que não queriam a confrotação entre Miala e os seus rivais (adversários) palacianos. Estou escrevendo isto à partir da Europa pq em Angola, não podia por conhecer o sistema. Tenho muito à relatar por possuir a autorização dos condenados.
Meu irmão / minha irmã; és dos primeiros à conhecer esta verdade e como querem nos calar a boca para não divulgar a verdade, cabe-te à ti retransmitir estas verdades aos outros angolanos genuinos para começarmos à saber quem são os que nos governam e quais são as intenções deles. Tratam-se de 3 bilhões de dólares que o próprio Presidente da República não quer mandar investigar o desaparecimento duma dívida que o país (Angola) contraíu em que meia dúzia de pessoas querem beneficiar.
É com estes valores que a família do JES comprou bancos em Portugal e estão à inundar Angola, especialmente Luanda com Bancos privados; o nosso dinheiro, o dinheiro do povo. A Isabel, a Tchizé e outros, onde é que trabalharam na vida deles para comprar um banco que o governo português declarou em falência? Acordremos, irmãos pois o país está à ser vendido ou seja estamos à vender o nosso próprio país com o nosso silêncio. Olhem bem ou analizem bem isto: Em Angola de hoje, Angola monarca de JES, a economia está com a família (Bancos, Sonangol e TAAG); a segurança do país entregue aos primos; o parlamento, também à um primo analfabeto; para ludibriar os angolanos, nomeia um primeiro ministro fantoche que nem poder tem, nem plano para dirigir o país e como não bastasse,os verdadeiros angolanos estão à ser exonerados, nomeiados para embaixadores afim de afastarem-se do sistema, e eliminados tranquilamente sob aplauses do próprio angolano porque sabem que a maioria é analfabeta e assim poderão bem controlar.
Agora, vem aí o pior, conforme disse o General Miala, "a intenção deles é re-colonizar Angola mas a minha posição não lhes oferecia tranquilidade para isto", querem obrigar os nossos burros deputados à votarem a lei constitucional à maneira deles onde eles têm tudo à ganhar e o Angolano, tudo à perder.
Nesta lei constitucional, caso fôr aceite, vamos entregar o país à bicharada. Será o nosso fim. Ele quer e pretende jogar melhor que Mobutu, deixar a família e as coisas bem seguras. ESTA HISTÓRIA DE ELEICÕES PRESIDENCIAIS INDIRECTAS, isto é o voto no parlamento pois será tão fácil corromper os burros dos nossos deputados e assim o país passará nas mãos da família nobre.
Irmão, por favor, balumuka e mande esta messagem para mais angolanos afim de estarmos todos em sintonia. Se guardares esta messagem contigo é porque estás à favor da família nobre. Há 30 anos que está no poder, nunca fez nada para com o povo e não é agora que vai fazer algo. Não me digam é porque o país estava em guerra.
Esta desculpa da guerra deve acabar. Luanda não conheceu a guerra nem por uma semana. Aquilo foi apenas distúrbios de 3 dias mas que o próprio Mpla provocou pois sentia-se incómodo ao lado da Unita, armada. Mas já estamos em paz há 7 anos e JES roubou mais em 7 anos do que em 23 anos. Já deram conta disto? Por isto, balumukeno !!! General Miala foi mau para uns e bom para outros. Não se pode agradar à todos, duma vez. Mesmo se morrer, pelo menos deixou-nos esclarecido sobre o tipo de governantes que temos e vamos, todos, reflectir.
Passem esta messagem à inúmeros angolans até chegar no próprio JES para ter a consciência tranquila do que o povo Angolano já sabe das verdades sobre o caso Miala. Não se tratava de tudo quanto queriam nos fazer crer............
sábado, 26 de setembro de 2009
Platinado da décima quinta semana
Simão Pascoal Hossi
Nascido aos 18 de Março de 1984, tem como nick platinado Simão Pascoal...
Nascido aos 18 de Março de 1984, tem como nick platinado Simão Pascoal Hossi, natural do Município do Mungo província do Huambo (Angola) reside actualmente na Província do Luanda (Angola). Considera-se um jovem responsável, dinâmico, lutador, persistente, humilde, equilibrado, honesto, batalhador, simples, de fácil trato, sensível, bastante motivado, para assim ir a luta e fazer sempre o que é lícito para a sociedade, que o viu nascer, com facilidade de aprendizagem.
Devido a sua grande participação, mobilização e divulgação da marca PLATINA, foi eleito o membro Platina da semana.
Revista Platina: Como tem sido a experiência de viver longe da família?
Simão Pascoal Hossi: Na verdade deixa-nos muitas saudades, é difícil contarmos todos os dias quanto tempo falta para regressarmos ao nosso País de origem, principalmente quando não conseguimos falar com a família e amigos.
R.P: O que mais gosta de fazer nos tempos livres?
S.H: Nos meus tempos livres, gosto muito de ler, ver filmes, ouvir música alta e cantar ao mesmo tempo, sair com os amigos para passear, conhecer novos lugares e pessoas.
R.P: Sei que é um activista social, como tem sido esta experiência quer em angola ou nos países que tem passado para aprender ou exercer essa atividade?
S.H: Tem sido muito bom, e o associativismo é uma escola, na qual eu tenho aprendido todos os dias uma coisa nova, isto é, a possibilidade de estar e conhecer pessoas importantes da sociedade civil, política, cultural, e não só. Fora de Angola é a possibilidade de trocar experiência, idéias, realidades, informações com jovens de outros Países, etc. O aprendizado é continuo.
R.P: Se pudesse encher seu armário de alguma marca, qual seria?
S.H: Seriam as marcas: Adidas e Converse, sendo as marcas que muito gosto de usar.
R.P: Qual a invenção humana que mais o encanta?
S.H: Computador, Rádio, e Internet, coisas incríveis que temos nos nossos dias.
R.P: Já foi vitima de racismo? Se sim, como reagiu perante tal situação?
S.H: Já sim, varias vezes aqui no Brasil. Fizemos a denuncia por escrito ao departamento da policia federal e nunca tivemos resposta de como esta a decorrer os tramites legais. Como Cidadão normal, ignorei.
R.P: O que consideras mais importante em um relacionamento?
S.H: Humildade, respeito, Fidelidade, responsabilidade e honestidade.
R.P: O que mais admira em sua personalidade?
S.H: Humildade, respeito às diferenças Sociais, políticos, culturais, e Religiosos.
R.P: Tem algum ídolo?
S.H: Tenho vários, mais os que mais me marcaram são: Nelson Mandela e Jonas Malheiro Savimbi.
R.P: O que mais o atrai em uma mulher?
S.H: O corpo, e as tranças, (kanhanguina), ou seja, Dred Lock.
R.P: Em sua opinião, porque muitos relacionamentos não dão certo?
S.H: Por falta de confiança um do outro, desrespeito mútuo.
R.P: Tem algum sonho?
S.H: Tenho vários sonhos: primeiro me formar e trabalhar para o meu povo, ou seja, trabalhar para o desenvolvimento da Província que me viu nascer (Huambo) na área de Educação para todos e de Formação Cidadã, onde todos podem compreender os assuntos sociais, políticos e não só.
R.P: O que dirias acerca do (a):
Paixão... É importante;
Celular... Facilita-nos a vida em momentos difíceis;
Tpa... Devia ter mais programas educativos;
Ipod... É moderno e lindo;
Verdades... Liberta-nos;
Mentiras... Origem de todos ao males. Ela nunca me atrai, ela só nos destrói;
Mania... Hábito "feio".
R.P: Qual é o cantor (a) angolano (a) que mais admira?
S.H: Justino Handanga, MCK, Yanick.
R.P: Qual a sua opinião em relação à educação em angola no seu contexto geral?
S.H: Tinha que ser mais serio, e mais acessível a todos os Angolanos, infelizmente este sector esta muito mal, e tem tido muitas criticas, em vários estratos sociais. Precisa-se de reformas serias da gestão, e políticas do Estado Angolano do sector em referencia: que nenhum jovem ou criança possa ficar fora do sistema de ensino normal, que não descriminem a criança, jovem, adulto que vive na zona rural, etc, tem de haver igualdade de oportunidades aos Cidadãos que vivem no Centro Urbano, Peri-Urbano e zona rural (aldeias).
R.P: Tendo em conta que a nossa sociedade ”Angolana” é regida por uma série de tabus, como tens encarado a diferença cultural existente entre Angola e Brasil?
S.H: Existe bastante diferença, porque nós os Africanos temos os nossos hábitos e o Brasil tem os deles. Para mim cada cultura é diferente, mesmo que seja ruim para nós é bom para outros. O Brasil tem mais abertura nas acções culturais, nós temos crescido cada vez mais, associando a nossa realidade cultural ao que a globalização nos impõem.
R.P: Qual é sua opinião sobre a falta de humildade de alguns famosos?
S.H: Mau carácter, ignorantes, porque sem os fãs eles nada são. A humildade é a melhor virtude humana.
R.P: Concorda com a legalização da dita mais antiga profissão, ou seja, prostituição?
S.H: Para mim o mais importante é a garantia da segurança, respeito e dignidade por parte do Estado e da Sociedade. Que estas pessoas possam trabalhar com dignidade.
R.P: Como a platina tem mudado ou influenciado de alguma forma o teu estilo de vida?
S.H: Porque me aproxima todos os dias de Angola pela música, amizade de outros Compatriotas, e Africanos na troca de contacto sócio-cultural.
R.P: Como membro da platina já se sente embaixador da cultura Angolana junto com Platina como assim fomos denominados pelo o Jornal País?
S.H: Sim, de facto me sinto também Embaixador, pelo facto de ter a oportunidade de falar para os Brasileiros e não só da nossa cultura hábitos e costumes.
R.P: "Devido a sua escassez a platina é mais valiosa do que o ouro e a prata, embora não seja tão cobiçada". Consideras-te um platinado? Por quê?
S.H: Porque eu sou um Platinado, estou na moda, sou ouvido por mais de 52 Países. O mundo esta aqui.
R.P: A palavra platina é formada por 7 letras. O numero 7 também é conhecido como o numero da perfeição. Que significado daria para cada letra?
P= Países;
L= Línguas;
A= África;
T= Talento;
I= Importância;
N= Nação;
A= Angolana.
R.P: Que conteúdos da Platina mais tem acessado?
S.H: O Chat, Rádio, e informação de destaque.
R.P: O que acrescentaria à Platina?
S.H: Um Projecto de continuidade, em que se pudesse ter uma programação informativa inicialmente semanal, sobre a situação de Angola e de outros Países da lusofonia.
R.P: Que pergunta faria ao próximo Platinado da Semana?
S.H: O que pretendes fazer por Angola? E o que achas das nossas línguas nacionais?
COMENTAR O ARTIGO
Florita 0 MUITO BOM HOSSI...VALEU...GOSTEI DA ENTREVISTA, ESTAMOS ANSIOSOS A TUA ESPERA....MUITO SUCESSO AÍ EM SP, APROVEITE O MÁXIMO DA EXPERIÊNCIA E FORMAÇÃO DOS BRASILEIROS, DE CERTEZA QUE SERÃO ÚTEIS...CONTINUE....ABS,
Sexta 25 Setembro 2009, 10:03
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Presidente Angolano completa 30 anos do Poder
Presidente angolano marca 30 anos no poder
Louise Redvers
BBC, Luanda
José Eduardo dos Santos é agora o segundo líder com mais tempo no poder depois de Kaddafi na Líbia
José Eduardo dos Santos assinalou esta segunda-feira 30 anos como presidente de Angola. Ele liderou o país e e o partido MPLA, durante a longa guerra civil e não há sinais de que se esteja a preparar para abandonar o cargo nos próximos tempos.
Com 67 anos, José Eduardo dos Santos é agora o segundo líder com mais tempo no poder depois do coronel Muammar Kaddafi da Líbia, na sequência da morte do líder gabonês Omar Bongo, em Junho.
Aparece poucas vezes em público e raramente fala aos media.
A permanência de Eduardo dos Santos no poder, e o seu apertado controlo político no país que não têm provocado desafios à sua presidência, têm sido creditados ao sucesso económico de Angola.
Existe uma pequena minoria que está a ficar cada vez mais rica e uma larga maioria a ficar cada vez mais pobre.
Alcides Sakala, porta-voz da Unita
No entanto dois terços da população angolana continua a viver na miséria e existe um crescente descontentamento entre académicos, grupos da oposição e sectores da sociedade civil.
Alcides Sakala, porta-voz do maior partido da oposição, Unita diz que "existe uma pequena minoria que está a ficar cada vez mais rica e uma larga maioria a ficara cada vez mais pobre."
Os críticos falam de corrupção alegando que dinheiro do Estado e de negócios altamente lucrativos está a ser entregue a amigos e membros da família do presidente.
Apesar do boom económico dois terços da população vive na pobreza
Falando à BBC, o advogado e activista da Associação Justiça, Paz e Democracia, Fernando Macedo, diz que ficar agarrado ao poder é uma doença africana.
Para o cientista político, Nelson Pestana, da Universidade Católica de Angola, José Eduardo dos Santos, está há tanto tempo no cargo que passou a governar o país como um autêntico monarca.
Durante os seus 30 anos como presidente de Angola, Eduardo dos Santos apenas enfrentou uma eleição, cujos resultados foram vigorosamente disputados e provocariam a segunda guerra civil angolana.
Esperava-se que eleições presidenciais tivessem lugar este ano, mas emendas constitucionais puseram estas previsões de lado.
Nas últimas semanas, um plano para eleições presidenciais indirectas tem gerado forte controvérsia, permancendo incerta a data para escolher o próximo presidente de Angola.
Louise Redvers
BBC, Luanda
José Eduardo dos Santos é agora o segundo líder com mais tempo no poder depois de Kaddafi na Líbia
José Eduardo dos Santos assinalou esta segunda-feira 30 anos como presidente de Angola. Ele liderou o país e e o partido MPLA, durante a longa guerra civil e não há sinais de que se esteja a preparar para abandonar o cargo nos próximos tempos.
Com 67 anos, José Eduardo dos Santos é agora o segundo líder com mais tempo no poder depois do coronel Muammar Kaddafi da Líbia, na sequência da morte do líder gabonês Omar Bongo, em Junho.
Aparece poucas vezes em público e raramente fala aos media.
A permanência de Eduardo dos Santos no poder, e o seu apertado controlo político no país que não têm provocado desafios à sua presidência, têm sido creditados ao sucesso económico de Angola.
Existe uma pequena minoria que está a ficar cada vez mais rica e uma larga maioria a ficar cada vez mais pobre.
Alcides Sakala, porta-voz da Unita
No entanto dois terços da população angolana continua a viver na miséria e existe um crescente descontentamento entre académicos, grupos da oposição e sectores da sociedade civil.
Alcides Sakala, porta-voz do maior partido da oposição, Unita diz que "existe uma pequena minoria que está a ficar cada vez mais rica e uma larga maioria a ficara cada vez mais pobre."
Os críticos falam de corrupção alegando que dinheiro do Estado e de negócios altamente lucrativos está a ser entregue a amigos e membros da família do presidente.
Apesar do boom económico dois terços da população vive na pobreza
Falando à BBC, o advogado e activista da Associação Justiça, Paz e Democracia, Fernando Macedo, diz que ficar agarrado ao poder é uma doença africana.
Para o cientista político, Nelson Pestana, da Universidade Católica de Angola, José Eduardo dos Santos, está há tanto tempo no cargo que passou a governar o país como um autêntico monarca.
Durante os seus 30 anos como presidente de Angola, Eduardo dos Santos apenas enfrentou uma eleição, cujos resultados foram vigorosamente disputados e provocariam a segunda guerra civil angolana.
Esperava-se que eleições presidenciais tivessem lugar este ano, mas emendas constitucionais puseram estas previsões de lado.
Nas últimas semanas, um plano para eleições presidenciais indirectas tem gerado forte controvérsia, permancendo incerta a data para escolher o próximo presidente de Angola.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Fotos da Formação, direito eleitoral no interior de São Paulo Brasil
Fomos convidados para participar da formação,sobre o direito eleitoral onde o nosso colega Bacar Queta da Guine-Bissão foi o nosso representante Áfricano para falar do nosso Continente e em expecial a o seu País de origem Guine
sábado, 19 de setembro de 2009
Veriador Netinho de Paulo e Eu na Camara dos Veriadores, no seminário sobre Violencia Racial no Brasil, Organizado pelo Geledes-Instituto da Mulher Negra
Eu e o Veriador, Netinho de Paulo na Camara dos Veriadores do Estado de São Paulo Brasil, no seminário sobre a Violencia Racial, no Brasil, o Sr : Netinho de Paulo támbem muito conhecido em Angola em expecial em Luanda por causa do seu bom relacionamento com o povo Angolano, falou sobre a dificuldade que tem na própria politica Nacional em ainda terem muito poucos Cidadãos Negros Brasileiro que assumem um cargo público-politico e não só.
Na camara não foge a regra de haver pouquissimo membros na Camara Negros e ele tem debatido com outros Veriadores a respeito da Violencia contra jovens Negro e pela criação de politicas virados a favor da igualdade e respeito a todos os Cidadãos Brasileiros independentemente da sua Raça, Cor, e étinia em fim diz assim o Veriador, támbem apresentador de televisão na SBT-Sistema Brasileiro de Televisão, onde apresenta o programa Show da Gente a minha princesa, que escolhe se,pre alguem para sera asua princesa da semana.
Família Racionais no evento que abordou Violencia Racial Organizado pelo Geledes
Família Racionais, do grupo Brasileiro Racionais Mc, do Bairro Capon Redondo na Cidade de São Paulo Brasil, esteve presente no evento organizado pelo Geledes-Instituto da Mulher Negra, na qual o mano Braulio um dos responsáveis do grupo em referencia foi um dos preletor do encontro na qual abordou caso de violencia racial na juventude Brasileira .
O músico que foi muito aplaudido pela sua presença, abordou o aspecto do seu estilo músical Hip Hop, na qual tem a abordagem sobre a luta contra a violencia racial, associou as mensagens que ele tras nas suas letras músicais, e támbem falou das dificuldades que tem tido no dia a dia pelo estilo de música que canta, e por não ter canais de divúlgação na mídia quer falada, quer escrita.
Eu Simão Pascoal Hossi, de Angola e o Piloto Brasileiro da Formula-1
Neste sentido eu tive o previlegio de estar lá este ano de 2009, onde uma das novidades sem sombra de dúvidas foi a apresentação do novvo sistema operacional Windows 7, que seá lançado oficialmente no final do ano de 2009, no evento ouve muitas apresentações da Microsoft, Dell, Officer, Hp, e outras empresas que trabalham na área de informatica, foi onde eu me encontrei com o Piloto Brasileiro da Formula 1, o Piloto Duda Pamplona, a serviço da Officer na qual falou das suas actividades fora da pista de competição e da formula 1. O mesmo está com um projecto de actividades de beneficiencia e assistencia social na qual o patrocinador é a Officer na qual ele trabalha quer nas pistas quer nas acções sociais.
Duda Plamplona teve um tempo reservado para falar das suas actividades, apresentou um video na qual contem a sua tragetória como desportista da formula 1 e não só, no geral o evento organizado pela Officer teve bons exictos .
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Modelo de Eleiçoes Presidenciais a ser analizado pelo Mpla
O modelo de eleição do Presidente da República defendido pelo Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, será apresentado, em breve, ao Bureau político do MPLA para a discussão.
Afirmação foi avançada à Rádio Ecclesia pelo Secretário para a Informação do MPLA, Norberto dos Santos "Kwata Kanawa".
Norberto dos Santos " Kwata Kanawa" garante que, depois de aprovado pelo Bureau político, o referido modelo será levado à discussão aos outros sectores da sociedade.
Norberto dos Santos Kwata Kanawa diz que o MPLA vai continuar a dialogar com os partidos da Oposição sobre o modelo de Eleição do Presidente da República. Modelo de eleição do Presidente da República defendido pelo Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, será apresentado, em breve, ao Bureau político do MPLA.
Afirmação foi avançada à Rádio Ecclesia pelo Secretário para a Informação do MPLA, Norberto dos Santos "Kwata Kanawa".
Norberto dos Santos " Kwata Kanawa" garante que, depois de aprovado pelo Bureau político, o referido modelo será levado à discussão aos outros sectores da sociedade.
Norberto dos Santos Kwata Kanawa diz que o MPLA vai continuar a dialogar com os partidos da Oposição sobre o modelo de Eleição do Presidente da República. Modelo de eleição do Presidente da República defendido pelo Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, será apresentado, em breve, ao Bureau político do MPLA.
Organizações da Sociedade Cívil Angolana envia relactório a ONU
Segue notícia sobre nossa atuação de ONGs angolanas no UPR, ligada ao curso que Conectas participou em Luanda!
Beijos
Camila
---------- Forwarded message ----------
From: Jose Patrocinio
Date: 2009/9/16
Subject: Organizações da Sociedade Civil Angolana enviam relatório a ONU
To:
Organizações da Sociedade Civil Angolana enviaram um relatório sobre a Situação dos Direitos Humanos ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos¹.
Dez organizações e associações não governamentais de Angola enviaram, dia 1 de Setembro, um relatório paralelo sobre a situação dos direitos humanos em Angola ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. O relatório foi enviado no âmbito do Mecanismo de Revisão Períodica Universal (UPR), da ONU, e servirá como informação complementar à avaliação do Estado angolano, sobre a implementação dos Direitos Humanos, que irá decorrer em Fevereiro de 2010.
O envio do referido relatório é o resultado da formação promovida pela Fundação Open Society-Angola que, em parceria com a Conectas Direitos Humanos, organização brasileira, promoveu, de 6 a 10 de Julho do corrente ano, auma formação sobre “Elaboração de Relatórios para os Mecanismos Internacionais de Direitos Humanos: Comité de Tratados e Revisão Periódica Universal”. O curso foi realizado na província de Luanda e contou com a participação de cerca de 30 representantes de ONGs angolanas tanto da capital quanto das províncias. Foram ministradas matérias sobre os Comités de Monitoria do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (PIDCP), do Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais (PIDESC) e sobre o novo Mecanismo de Revisão Periódica Universal do Conselho de Direitos Humanos da ONU (UPR).
O Estado angolano apresentou no ano de 2008, o seu primeiro relatório sobre a implementação do Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais. Acredita-se que a UPR, sistema recentemente introduzido pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, permita melhorias na monitoria da situação dos direitos humanos no mundo. Por ser novo, é extremamente importante que a sociedade civil ocupe espaço nas diferentes fases da revisão e zele para que a RPU seja efectiva e participativa. Angola passará pelo escrutínio deste mecanismo no início de 2010, mas o processo preparátório já se iniciou no segundo semestre de 2009.
Por favor divulgar na sua lista de conctatos
__________
¹Informações:
Associação Construíndo Comunidades – ACC - acchuila@gmail.com
Centro Cultural Mosaiko - mosaiko@mosaiko.op.org
Associação Omunga - omunga.coordenador@gmail.com
Kitomavo Comunidades – kitomacomunid@yahoo.fr
Conselho de Coordenação dos Direitos Humanos – CCDH - conselhodh@yahoo.com.br
Organização de Ajuda ao Desenvolvimento Comunitário – OADEC - oadorg2004@yahoo.com.br
Visão Angolana Para Protecção e Assistência Popular – VAPA - vapa05@hotmail.com
Centro Nacional de Aconselhamento – NCC - nccangolaong@yahoo.com.br
ADSA-Acção para o Desenvolvimento da Saúde de Angola
Beijos
Camila
---------- Forwarded message ----------
From: Jose Patrocinio
Date: 2009/9/16
Subject: Organizações da Sociedade Civil Angolana enviam relatório a ONU
To:
Organizações da Sociedade Civil Angolana enviaram um relatório sobre a Situação dos Direitos Humanos ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos¹.
Dez organizações e associações não governamentais de Angola enviaram, dia 1 de Setembro, um relatório paralelo sobre a situação dos direitos humanos em Angola ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. O relatório foi enviado no âmbito do Mecanismo de Revisão Períodica Universal (UPR), da ONU, e servirá como informação complementar à avaliação do Estado angolano, sobre a implementação dos Direitos Humanos, que irá decorrer em Fevereiro de 2010.
O envio do referido relatório é o resultado da formação promovida pela Fundação Open Society-Angola que, em parceria com a Conectas Direitos Humanos, organização brasileira, promoveu, de 6 a 10 de Julho do corrente ano, auma formação sobre “Elaboração de Relatórios para os Mecanismos Internacionais de Direitos Humanos: Comité de Tratados e Revisão Periódica Universal”. O curso foi realizado na província de Luanda e contou com a participação de cerca de 30 representantes de ONGs angolanas tanto da capital quanto das províncias. Foram ministradas matérias sobre os Comités de Monitoria do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (PIDCP), do Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais (PIDESC) e sobre o novo Mecanismo de Revisão Periódica Universal do Conselho de Direitos Humanos da ONU (UPR).
O Estado angolano apresentou no ano de 2008, o seu primeiro relatório sobre a implementação do Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais. Acredita-se que a UPR, sistema recentemente introduzido pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, permita melhorias na monitoria da situação dos direitos humanos no mundo. Por ser novo, é extremamente importante que a sociedade civil ocupe espaço nas diferentes fases da revisão e zele para que a RPU seja efectiva e participativa. Angola passará pelo escrutínio deste mecanismo no início de 2010, mas o processo preparátório já se iniciou no segundo semestre de 2009.
Por favor divulgar na sua lista de conctatos
__________
¹Informações:
Associação Construíndo Comunidades – ACC - acchuila@gmail.com
Centro Cultural Mosaiko - mosaiko@mosaiko.op.org
Associação Omunga - omunga.coordenador@gmail.com
Kitomavo Comunidades – kitomacomunid@yahoo.fr
Conselho de Coordenação dos Direitos Humanos – CCDH - conselhodh@yahoo.com.br
Organização de Ajuda ao Desenvolvimento Comunitário – OADEC - oadorg2004@yahoo.com.br
Visão Angolana Para Protecção e Assistência Popular – VAPA - vapa05@hotmail.com
Centro Nacional de Aconselhamento – NCC - nccangolaong@yahoo.com.br
ADSA-Acção para o Desenvolvimento da Saúde de Angola
sábado, 12 de setembro de 2009
Conferencia de Imprensa, sobre a Lei Mária da Penha- Com a própria Mária da Penha
No passado dia 25 de Agosto, as PLPs- Promotoras Legais Populares de São Paulo Brasil, promoveram a audiencia pública na qual se sentrava a questão da lei Maria da Penha, na qual a mesma teve como protagonista a própria Maria da Penha a qual foi a responsável por passar a informação a respeito da Lei que ela esta ameasado pelo Senado, porque segundo a protagonista a mesma esta a ser alvo de mal interpretação de que a Lei estrá a ensentivar os homens a praticar mais violencia contra as mulheres .
No objectivo, de dar a conher a lei, e explicar aos grupos socias femenistas Brasileiras, e Ongs que trabalham com a questão violencia domestica, onde támbem a audencia serviu para buscar assinatura das mulher, e grupos femenistas de forma que este baixo assinado seje levado até ao Comité Inter-Americano de Direitos Humanos, uma das formas de precionar o governo Brasileiro, se regulamentar a lei,visto que pelo que eu conversei com a Sra mária da Penha, e a lei somente foi aprovada porque o estado Brasileiro, foi condenado pelo Comité Inter-Americano por permitir com que a questão Maria da Penha se alastrasse,e que o Judiciário Brasileiro negou o direito na primeira instãncia, e permitiu com que a mesma fosse assim sempre violentado de forma que a mesma ficou paralitica ou seja dificiente fisíco.
Foi assim que vendo o Judiciário Brasileiro ter negado a justiça, ela Mária da Penha recorreu a comissão Inter-Americana denunciando assim o estado Brasileiro pela inegligencia no caso,e posteriormente o Estado Brasileiro foi condenado a indiminização a vitima pelos damos morais, fisicos, e Psicologicos e a criação e adoção e nome lei a Mária da Penha
Escrito por:Simão Pascoal Hossi
Activista de Direitos Humanos
No objectivo, de dar a conher a lei, e explicar aos grupos socias femenistas Brasileiras, e Ongs que trabalham com a questão violencia domestica, onde támbem a audencia serviu para buscar assinatura das mulher, e grupos femenistas de forma que este baixo assinado seje levado até ao Comité Inter-Americano de Direitos Humanos, uma das formas de precionar o governo Brasileiro, se regulamentar a lei,visto que pelo que eu conversei com a Sra mária da Penha, e a lei somente foi aprovada porque o estado Brasileiro, foi condenado pelo Comité Inter-Americano por permitir com que a questão Maria da Penha se alastrasse,e que o Judiciário Brasileiro negou o direito na primeira instãncia, e permitiu com que a mesma fosse assim sempre violentado de forma que a mesma ficou paralitica ou seja dificiente fisíco.
Foi assim que vendo o Judiciário Brasileiro ter negado a justiça, ela Mária da Penha recorreu a comissão Inter-Americana denunciando assim o estado Brasileiro pela inegligencia no caso,e posteriormente o Estado Brasileiro foi condenado a indiminização a vitima pelos damos morais, fisicos, e Psicologicos e a criação e adoção e nome lei a Mária da Penha
Escrito por:Simão Pascoal Hossi
Activista de Direitos Humanos
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Debate Informativo da Ecclesia- Um ano depois que mudanças, politicas tivemos
Um ano depois das eleições legislativas, que balanço político se pode fazer?", este foi o tema do debate informativo, deste sábado, na Emissora Católica de Angola.
A cinco de Setembro de 2008, os angolanos foram às urnas votar nas eleições legislativas. Os resultados foram divulgados pela Comissão Nacional Eleitoral, consagrando o MPLA como o grande vencedor, ao conquistar cerca de 82 por cento dos votos;
O jurista e activista político, David Mendes, diz que o balanço político, económico e social do país, depois de um ano das eleições legislativas é "desastroso". Afirma, também, que os angolanos continuam sem emprego e sem condições sociais. Em Angola, não há liberdade de expressão e de manifestação.
E o representante do MPLA ao debate, Manuel Piedade, diz que o seu partido continua a trabalhar para satisfazer as aspirações do povo angolano.
Acompanhe o Debate Informativo do Balanço Político
Manuel Piedade revela que, durante um ano depois das eleições legislativas, Angola teve um grande desenvolvimento económico.
E o representante da UNITA, Jaka Jamba, afirma que não houve avanço no que diz respeito à liberdade de imprensa, em Angola, depois de um ano das eleições legislativas.
EDITORIAL: "Faz hoje um ano desde que os angolanos votaram, pela segunda vez, desde que se instaurou o regime multipartidário no país, em 1992. No dia 5 de Setembro de 2008, os angolanos votaram para um novo parlamento nas eleições marcadas pelo atraso da abertura de algumas mesas de voto e uma certa desorganização, em Luanda.
A votação, que estava marcada apenas para o dia 5, teve de ser alargada também para o dia 6 de
Setembro, nalgumas localidades. A oposição reclamou destas situações e descreveu o momento como tendo sido marcado por irregularidades, principalmente pelo “dia seguinte” que segundo argumentou, não estava previsto na lei.
Os dias que antecederam ao voto, trazem-nos a memoria os atrasos na cedência do dinheiro para campanha aos partidos da oposição, o escândalo financeiro do secretário-geral e, n’altura director de campanha do PAJOCA, David Mendes que foi apanhado com 90 mil dólares pela policia fiscal no aeroporto 4 de Fevereiro.
As palavras do Presidente da Republica, José Eduardo do Santos a esclarecer que não é arbitro, que afinal, também estava a jogar.
Saltam-nos também a memoria a saída de Jorge Valentim da Unita para o MPLA e outros momentos que no fundo não fizeram do momento de campanha igual ou melhor que os de 1992.
Muitos sentiram saudades de Mfulupinga Landu Victor e Jonas Savimbi.Ambos dois politicos Angolanos de referencia no País na qual fizeram e deixaram a sua marca no Mundo politico,Dr :Jonas Malheiro Savimbi, fundador da Unita, morto na frente de combate no dia 22 de Fevereiro de 2002, o Dr: Mfulupinga Landu Vitor, támbem docente Universitário, morto por preceguição politica
De lá para cá, ficam por realizar a grande promessa de um milhão de casas para os angolanos, mais emprego saúde e educação para todos, pelo MPLA que sai vencedor com uma maioria de 81,73% dos votos.
De lá para cá, afinal, o que é que mudou na vida dos angolanos?"
Praticamente nada é visivel e somente as coisas foram ficando cada vez mais pior para o Cidadão Angolano húmilde na qual o desemprego, o acesso a escola, a saude ficaram cada ves mais complicada
Fonte: Rádio Ecclesia, Emissora Católica de Angola
Emissão online: http://www.radioecclesia.org/
Postado por: Simão Pascoal Hossi
A cinco de Setembro de 2008, os angolanos foram às urnas votar nas eleições legislativas. Os resultados foram divulgados pela Comissão Nacional Eleitoral, consagrando o MPLA como o grande vencedor, ao conquistar cerca de 82 por cento dos votos;
O jurista e activista político, David Mendes, diz que o balanço político, económico e social do país, depois de um ano das eleições legislativas é "desastroso". Afirma, também, que os angolanos continuam sem emprego e sem condições sociais. Em Angola, não há liberdade de expressão e de manifestação.
E o representante do MPLA ao debate, Manuel Piedade, diz que o seu partido continua a trabalhar para satisfazer as aspirações do povo angolano.
Acompanhe o Debate Informativo do Balanço Político
Manuel Piedade revela que, durante um ano depois das eleições legislativas, Angola teve um grande desenvolvimento económico.
E o representante da UNITA, Jaka Jamba, afirma que não houve avanço no que diz respeito à liberdade de imprensa, em Angola, depois de um ano das eleições legislativas.
EDITORIAL: "Faz hoje um ano desde que os angolanos votaram, pela segunda vez, desde que se instaurou o regime multipartidário no país, em 1992. No dia 5 de Setembro de 2008, os angolanos votaram para um novo parlamento nas eleições marcadas pelo atraso da abertura de algumas mesas de voto e uma certa desorganização, em Luanda.
A votação, que estava marcada apenas para o dia 5, teve de ser alargada também para o dia 6 de
Setembro, nalgumas localidades. A oposição reclamou destas situações e descreveu o momento como tendo sido marcado por irregularidades, principalmente pelo “dia seguinte” que segundo argumentou, não estava previsto na lei.
Os dias que antecederam ao voto, trazem-nos a memoria os atrasos na cedência do dinheiro para campanha aos partidos da oposição, o escândalo financeiro do secretário-geral e, n’altura director de campanha do PAJOCA, David Mendes que foi apanhado com 90 mil dólares pela policia fiscal no aeroporto 4 de Fevereiro.
As palavras do Presidente da Republica, José Eduardo do Santos a esclarecer que não é arbitro, que afinal, também estava a jogar.
Saltam-nos também a memoria a saída de Jorge Valentim da Unita para o MPLA e outros momentos que no fundo não fizeram do momento de campanha igual ou melhor que os de 1992.
Muitos sentiram saudades de Mfulupinga Landu Victor e Jonas Savimbi.Ambos dois politicos Angolanos de referencia no País na qual fizeram e deixaram a sua marca no Mundo politico,Dr :Jonas Malheiro Savimbi, fundador da Unita, morto na frente de combate no dia 22 de Fevereiro de 2002, o Dr: Mfulupinga Landu Vitor, támbem docente Universitário, morto por preceguição politica
De lá para cá, ficam por realizar a grande promessa de um milhão de casas para os angolanos, mais emprego saúde e educação para todos, pelo MPLA que sai vencedor com uma maioria de 81,73% dos votos.
De lá para cá, afinal, o que é que mudou na vida dos angolanos?"
Praticamente nada é visivel e somente as coisas foram ficando cada vez mais pior para o Cidadão Angolano húmilde na qual o desemprego, o acesso a escola, a saude ficaram cada ves mais complicada
Fonte: Rádio Ecclesia, Emissora Católica de Angola
Emissão online: http://www.radioecclesia.org/
Postado por: Simão Pascoal Hossi
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Gabão: Flho de Omar Bongo, Declarado vencedor das Eleições
No Gabão, tiveram lugar confrontos entre as forças de segurança e os apoiantes da oposição quando Ali Bongo, o filho do antigo Presidente Omar Bongo, foi declarado vencedor da eleição presidencial de domingo com 42 por cento dos votos. Os críticos de Ali Bongo afirmam que a eleição foi fraudulenta para assegurar a passagem do poder de pai para filho. Apoiantes da oposição reagiram furiosamente ao resultado e um líder da oposição, Pierre Mamboundou, que ficou em terceiro lugar na corrida eleitoral, foi ferido durante a violência. Na capital, Libreville, as forças de segurança atacaram os manifestantes que se encontravam junto à comissão eleitoral com bastões e gás lacrimogéneo. Fonte :Rádio Ecclesia |
Discurso Directo com Eduardo Kwananga do PRS
O Presidente do PRS afirmou à Ecclesia existirem pessoas em Angola de estarem contra o seu partido mesmo antes das eleições legislativas. Eduardo Kuangana que falava ao programa " discurso directo", disse que o que mais preocupa o seu partido é o trabalho, sobretudo a criação de condições nas localidades onde não existem estruturas. O Politico considera péssimas as condições sociais do país, um ano depois da realização das eleições legislativa.Por outro lado, o presidente do PRS reconhece que a melhoria do sector económico no país depende dos dirigentes, mudando e respeitando os quadros nacionais. Eduardo Kuangana diz que a candidatura ao cargo da presidência do partido não depende si, a decisão é dos militantes dos seus militantes. Eduardo Kuangana, presidente do PRS quando se pronunciava dos aspectos internos do partido e das condições sociais e económicos do país, durante o espaço discurso directo da Emissora Católica de Angola. |
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